terça-feira, 14 de outubro de 2008

Hoje o sol está brilhando e o seu sorriso também!!


Vitória hoje está ensolarada e por isso muitos sorrisos estão sendo oferecidos para quem quiser ver. Aproveitando que a luz do sol é propícia para avaliarmos as cores, vamos então falar de cor. Por meio de uma explicação mais científica do assunto, as cores diferenciam-se pelos comprimentos de onda que um feixe de luz emite quando reflete sobre uma superfície pigmentada. Cada cor tem um comprimento de onda diferente. Estes comprimentos de onda são percebidos quando possuem a capacidade de atingir a retina e serem codificados pelo córtex cerebral. Com a passagem de um feixe de luz solar através de um prisma, os diversos comprimentos de onda são dissipados. A luz solar possui a maior quantidade de diferentes comprimentos de onda que os nossos olhos podem captar. Por isso é a melhor fonte para a escolha de cor de um dente.
Na superfície dentária, por exemplo, os feixes de luz refletem trazendo sua coloração pelos comprimentos de onda refletidos. Quando a superfície é muito polida, o brilho impede que a cor seja visualizada, pois a luz não penetra através do esmalte, não atingido as camadas de dentina e, por sua vez, não havendo retorno da cor. Os feixes de luz que refletem sobre a superfície devidamente polida, proporcionam o brilho que dá a naturalidade do esmalte destacando sua textura, além de dar destaque em determinadas áreas e a impressão e largura ou comprimento. O brilho impede a penetração da luz e pode esconder a cor interior de alguns pontos. Alguns profissionais recorrem ao excessivo polimento de suas restaurações para esconder a falha na cor da resina utilizada. Outra propriedade fundamental para a percepção da cor é a refração da luz que penetra no interior do dente e, retornado por reflexão,traz a cor interior do dente. A luz penetra com maior facilidade pelo esmalte, que é translúcido, e atinge a dentina que é a principal fonte de dissipação da luz e detecção de seus pigmentos. A dentina tem a capacidade opacificar a passagem de luz impedindo que esta atinja a polpa e busque a sua coloração vermelha e muitas vezes escura em casos de mortificação pulpar. Seu grau de opacidade dá a naturalidade (diferente das próteses com metal onde não passa luz).

4 comentários:

Unknown disse...

Parabéns pela iniciativa. Ta showwwwwwwwww. Sorria a vida é linda

Hemerson Costa disse...

Eu, suspeito em postar qualquer comentário neste e em outros posts que virão, só quero dizer que, a parte o amor que tenho por você, o conteúdo do primeiro filho está maravilhoso. Parabéns meu amor! que essa sua nova caminhada, ou melhor , navegação seja maravilhosa. Bem vinda ao mundo da Internet, definitivamente!

Carcará disse...

Tô vendo que vou passar aqui sempre e acompanhar cada post. Além de divulgar para os amigos!!!!

Drª ANA CLAUDIA FERRARI disse...

Obrigada pessoal, valeu a força. Beijos